Quem já teve uma enxaqueca, um tipo de dor de cabeça intensa, geralmente pulsante, que pode vir com náusea, sensibilidade à luz e até visão turva. Também conhecida como migraña, ela não é só uma dor de cabeça forte — é um distúrbio neurológico que pode parar sua vida por horas ou até dias. Muita gente acha que é só estresse ou cansaço, mas a enxaqueca tem mecanismos próprios no cérebro, e não é algo que você simplesmente "sobe a dose" e resolve com um analgésico comum.
Os gatilhos de enxaqueca, fatores que ativam o episódio em pessoas predispostas são bem específicos: pular refeições, dormir pouco ou demais, mudanças no clima, luzes piscantes, cheiros fortes como perfumes ou fumaça, e até certos alimentos como queijo envelhecido, chocolate, vinho tinto ou aditivos como o glutamato monossódico. E não, nem todo mundo reage aos mesmos gatilhos — por isso é tão difícil achar uma fórmula universal. O que desencadeia uma crise em você pode ser totalmente invisível para outra pessoa.
Quem sofre com isso sabe que o tratamento enxaqueca, o conjunto de estratégias usadas para prevenir ou aliviar os episódios não é só tomar um remédio na hora da dor. Tem a prevenção, com medicamentos diários que reduzem a frequência, e o alívio agudo, com fármacos que atuam rápido na inflamação dos nervos. Mas também tem o que ninguém te conta: o impacto do sono, da hidratação, da exposição à luz natural e até da postura no trabalho. Muitos acham que só remédio resolve, mas quem controla os gatilhos diários reduz as crises em até 50% — sem precisar de mais pílulas.
Na coleção abaixo, você vai encontrar artigos que vão além do básico. Tem comparações entre medicamentos usados para enxaqueca e outros que são prescritos por engano, como os que tratam depressão ou pressão alta — porque às vezes, o mesmo remédio serve para mais de um problema. Tem dicas práticas sobre o que realmente ajuda na hora da crise, e o que só piora. E também explicações simples sobre por que certos tratamentos funcionam para uns e não para outros. Não é teoria. É o que pessoas reais descobriram depois de anos tentando acalmar essa dor que não some.
Descubra a trajetória da flunarizina, desde sua síntese na década de 70 até seu uso atual contra enxaqueca e vertigem, incluindo riscos e perspectivas futuras.
© 2026. Todos os direitos reservados.